Uma pesquisa realizada pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 25 e 28 de julho, e divulgada na quarta-feira, 29, revela que o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos) possui uma vantagem de treze pontos percentuais sobre seu principal concorrente, o ex-ministro Fernando Haddad (PT). No primeiro turno, Tarcísio acumula 48,5% das intenções de voto, enquanto Haddad aparece com 35,1%. A margem de erro da pesquisa é de 2,4 pontos percentuais, podendo variar para mais ou para menos. É importante destacar que esta pesquisa não é comparável a edições anteriores devido a mudanças na lista de candidatos.
Tanto Tarcísio quanto Haddad se destacam em relação aos demais candidatos, que juntos somam menos de quatro pontos percentuais. Essa concentração nos votos pode indicar uma maior chance de que a eleição seja decidida no primeiro turno.
Entre os outros candidatos mencionados na pesquisa para o governo paulista estão Vera Lucia (PSTU), com 1,7%, Carlos Machado (PCB), com 1,1%, e Vivian Mendes (Unidade Popular), que obteve 0,9% das intenções de voto.
Cenário do Segundo Turno
Caso ocorra um segundo turno, a pesquisa sugere que Tarcísio manteria sua vantagem de treze pontos sobre Haddad. Nesse cenário hipotético, o governador alcançaria 51,8% dos votos enquanto o ex-ministro teria 38,3%.
Embora a vantagem atual se mantenha coerente com as três pesquisas anteriores do Paraná Pesquisas, ela representa uma queda em relação a fevereiro deste ano, quando a diferença entre os dois candidatos era de 26 pontos, o que equivale ao dobro da situação atual.
Rejeição dos Candidatos
Um ponto negativo para Fernando Haddad é sua taxa de rejeição, que supera a do governador Tarcísio. De acordo com o levantamento do Paraná Pesquisas, 42,9% dos eleitores afirmaram que não votariam no petista sob nenhuma circunstância, enquanto essa mesma opinião foi expressa por 27,1% dos entrevistados em relação ao atual governador.
Metodologia da Pesquisa
A pesquisa do Paraná Pesquisas entrevistou um total de 1.680 eleitores em 79 municípios do estado de São Paulo. O estudo foi formalmente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-04624/2026.

